sexta-feira, 10 de agosto de 2012

O homem foi à Lua.



  Durante o período da Guerra Fria, acreditava-se que quem conquistasse antes a corrida espacial venceria a guerra entre o capitalismo x socialismo. Pressionado pela União Soviética que deu a largada na disputa com o lançamento do satélite Sputnik I e Vostok I com Yuri Gagarin ao espaço - tornando-se a nação com maior avanço tecnológico - e tendo dificuldades em seu plano espacial até para decolar do solo terrestre, o então presidente dos Estados Unidos da América, John F. Kennedy afirmou em discurso que os americanos pisariam em solo lunar e retornariam a salvo antes do final da década de 60, com o Projeto Apollo
  A NASA foi obrigada a forjar a conquista da Lua devido à impossibilidade técnica, sendo o fato transmitido ao vivo e mundialmente em 20 de julho de 1969, encenando a "maior conquista da humanidade no século XX" de algum lugar similar ao satélite natural da Terra, como por exemplo, a Área 51 (localizada no deserto de Nevada, local restrito, com inúmeras crateras e amplo espaço para a farsa ser gravada). Mas foi o presidente Richard Nixon, que já estava envolvido em escândalos que mancharam a imagem norte-americana, o principal mentor da fraude: ele foi o único presidente dos Estados Unidos que vivenciou, em apenas três anos, todas as seis supostas viagens do homem à Lua, entre 1969 e 1972. Após a saída de Nixon do poder, nunca mais astronauta algum fora enviado ao satélite natural da Terra. Mesmo gastando apenas 6 meses para programar uma nova viagem à Lua na década de 1960, George Bush disse que a NASA gastaria 10 anos para levar o homem novamente ao local da grande conquista da humanidade. Recentemente, a NASA altera o plano dos EUA de enviar o homem à superfície lunar de 2015 para 2020.
  Segundo estudos já realizados anteriormente sobre a Lua pela própria Agência Espacial Americana, conclui-se que não há atmosfera e nem umidade na Lua, sendo assim, a bandeira americana não poderia tremular sem vento e não poderiam ser deixadas marcas de pegadas na superfície lunar como as imagens oficiais da transmissão mostram. As fotos também oficiais divulgadas pela NASA podem ser contestadas de inúmeras formas, entre elas: imagens com as oposições de sombras dos elementos contidos na fotografia, já que é de conhecimento que todos os elementos devem possuir sombras paralelas devido à interferência da posição do Sol que seria a única fonte de luz; outras com dimensões diferentes da Terra, evidenciando um desproporcionamento; a falta de estrelas no céu lunar, sabendo-se que sem a atmosfera elas seriam ainda mais reluzentes; centenas de fotos com penumbra, sendo que ainda pela falta de atmosfera isso não existiria; e nenhum filme fotográfico suportaria variações de temperaturas como a da Lua (-153ºC a 107ºC); a tecnologia de comunicação da Lua com a Terra em tempo real não existe até os dias atuais. Há também a curiosidade de que ao pousar e decolar do solo lunar o forte motor deveria estar ligado, fazendo com que uma cratera surgisse embaixo do Módulo Lunar e a poeira do solo certamente se movimentaria formando uma espécie de nuvem, o que não ocorreu.
  Richard Nafzger, engenheiro da NASA, afirma que o objetivo maior do governo dos país que representava o capitalismo na corrida espacial em relação à ida do homem à Lua era para efeito de marketing ao vivo. Em 2006, a Agência afirma ter perdido os vídeos originais do primeiro pouso na Lua, que teriam qualidade bem superior aos exibidos a todos até hoje. Já em 2009, ela declara que, para economizar dinheiro, e sem ter cópias das fitas originais, gravou intencionalmente outras imagens e dados de satélites em cima das fitas originais que continham o fato histórico mais importante da NASA em todos os tempos.
     O homem foi à Lua... em pensamento e sonhos.

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